Pequenos Detalhes

 

 

Sem perceber colocamos a mente em outro lugar

Mesmo que lá, não queremos estar

E assim deixamos as vontades dominar.

 

 

Não podemos concluir o que é novo

E nós como uma vassoura nova, saímos varrendo

Jogando fora, as lembranças do passado.

 

 

A ocasião domina, nos deixando enigmáticos

E participamos de cenas feito fantoches

Que interpreta cada situação, sem fazermos movimentos.

 

 

Ficamos anestesiados como estátuas de um jardim

Temporariamente pensando que ali é eternidade

Mas não é, e sim o começo de um fim.

 

 

O recomeçar é tão duro quanto ao silêncio

Pois não sabemos diferenciar esses dois pontos

Onde um te leva para o futuro, e o outro te remete novamente para o passado.

 

 

Acreditamos que o melhor, é deixar a vida seguir o seu ciclo

Mesmo que caminhamos no escuro, sabendo que tudo pode ser uma ilusão

Encontraremos pessoas e coisas, e participaremos das metáforas do convívio.

 

Enfrentaremos muitas avalanches

Seremos fracos ou fortes? Sejamos nós o que queremos

Desde que a nossa história seja escrita, em pequenos detalhes.

 

 

ESCRITOR POETA GAÚCHO, MARCANTONIO DE OLIVEIRA

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