AMORES DESCONEXOS

Amores desconexos são complexos, visto não existir ações adornadas cujo viés é o carinho. O amor deve ser aferidor de sensações gostosas, deliciosas e de muito prazer. O amor não pode se transformar em convulsivo, abusivo, pois fere o elo sustentador do desejo, e da união redentora. Não permita que o conformismo prejudique a sua felicidade, inove. Todo amor deve ser portador de um buril, que através de seus removedores potentes possa lapidar esse diamante de muitos quilates, que é a mulher bonita, sensual e de muito carinho que amamos. São dóceis os nossos momentos repletos de amor e graciosidades, de quem ama sem ressentimentos e vaidades.

Alicerçado no alvo certo sem apologia ou elogio devemos nos manter na mesma sintonia, para que a felicidade esteja sempre corrente e fortalecendo o nosso coração. Devemos procurar o calor de almas vibrantes associando o amor ao afeto e a afeição. No dia a dia procuramos ser gentis e brilhantes esquecendo mágoas para não proporcionarmos mais sofrimentos a um sofrido e calejado coração.

Conducente de desejos, comburente de afagos, a chama do amor nunca deve se apagar e nem amainar. Deve permanecer acesa com luz intensa, resplandecente fortalecida na interatividade existente entre nós amantes. Somos operantes de sensações. Do meu amor quero sentir vibração radiosa com energia vibrante e calorosa fruto de uma noite de integração, de corpos que se unem em sensações saborosas.

No amor não deve existir interstício, nem escoamento de lágrimas em rostos felizes. Equacionar os problemas não deve ser dilema, pois a nossa vontade engastada ou encravada em nossos corações é mais forte e nos torna imunes aos dissabores da imposição. Numa afabilidade de carinhos e sensações de um apurado destemor. Queremos ver sempre sorrisos largos lutando pelas conquistas que o nosso amor proporciona.

Somos felizes e queremos ver todos felizes. Nosso amor será duradouro e sem recalques, sem embaraços, mas ao compasso dos abraços frenéticos e amassos. Esse elo jamais romperá, pois amar é uma arte e nossa destinação. Abençoados somos pela energia que vai e retorna, agora somos apenas um em corpo, alma e espírito. A cena final está repleta de carinho, sensações, abraços, afagos, beijos e nosso écrã é a união de um sabor descomunal que proporciona o amor carnal.

ANTONIO PAIVA RODRIGUES-FORTALEZA/CEARÁ

 

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