Blog de 05yqk4cq1z307 (5)

05yqk4cq1z307 Faces do mal

Guerras são retratos do ódio insano

Guerras são faces do Mal 

Horrores de um tempo insosso

Tragédias escritas com sangue

Homens matando homens

Crianças  são órfãos em série

O sol se recolheu, trêmulo

As trevas assumiram o trono

Os pássaros se calaram

As flores emudeceram a voz

O poema jaz inacabado

A terra sangrou de dor

Adicionado por 05yqk4cq1z307 em 5 maio 2017 às 0:03 — Sem comentários

05yqk4cq1z307 Em cada canto

Em cada canto

que ouço,

padeço

Em cada dor

que sinto

emudeço.

Em cada palavra

vertida,

um verso.

Em cada poema

concluso,

Converso.

Em cada sorriso

omitido,

transpiro.

Em cada beijo furtado,

suspiro.

Adicionado por 05yqk4cq1z307 em 30 abril 2017 às 8:12 — Sem comentários

05yqk4cq1z307 Poesia Traços de nós

Traços de nós permeiam toda nossa caminhada

Por onde vamos lá estão eles.

Olhares tristes e vazios

Semblantes caídos

Corpos dilacerados pela dor

Dor que não cessa jamais

Pensamentos vãos

Medos que nos tomam e afligem

Aprisionando os sujeitos que habitam aqui

Calando a voz que almeja sair

Traços de nós que envolvem a alma

Rupturas da realidade nua e crua

Solidão em meio à família

Solitários abraços no…

Continuar

Adicionado por 05yqk4cq1z307 em 7 abril 2017 às 10:17 — 1 Comentário

05yqk4cq1z307 Poesia: Sou o que sou

Queria tudo ser

Não apenas o que vi

E o que fui

Ou o que vi

Queria estar onde estou

É daqui que escrevo

É desse lugar que existo

Cada parte de mim

|Inacabada ou inconclusa

Não sou o que queriam

Sou o que sou

Não estou sempre certo

E nem queria estar

Sou resumo de dúvidas

Imagem de incertezas

Morada das perguntas

Quase sempre sem respostas

Mas não…

Continuar

Adicionado por 05yqk4cq1z307 em 13 janeiro 2017 às 23:00 — 2 Comentários

05yqk4cq1z307 Poesias rasgadas

Divago no tempo abstrato outrora perdido.

Persigo os sujeitos estranhos quer perpassam dentro de mim.

Furtaram de mim o silêncio e a capacidade de ouvir.

O que há de novo nesse novo ano? Nada! Fragmentos de palavras nuas de sentido.

Sim! São as mesmas ilações do ano passado com novas vestes.

Semelhantes aos poços rasos, onde habitam águas paradas.

Onde o tempo não anda e os minutos hibernam.

Lugar de cenas mal representadas e de paisagens…

Continuar

Adicionado por 05yqk4cq1z307 em 3 janeiro 2017 às 18:53 — 2 Comentários

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