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ARTE & CIDADANIA

Essa comunidade tem como objetivo: Divulgar, comentar e analisar a função da arte, enquanto entretenimento e conscientização do cidadão.

Membros: 26
Última atividade: 29 Jan

Fçao versos em prol da preservação, pra não ver meu planeta exterminado. Parte-ll

Vou pedir pro mundo não fabricar

Tal escudo invisível antimíssil,

Também porta-aviões portando míssil

E nem pensar em ogivas nuclear.

Nem fragatas que flutuam sobre o mar

Com torpedo e fuzil engatilhado.

Queria ver tudo isso ser trocado,

Pela paz e por alimentação.

FAÇO VERSO EM PROL DA PRESERVAÇÃO,

PRA NÃO VER MEU PLANETA EXTERMINADO.

 

O dinheiro que se gasta pra fazer

Submarino para guerra nuclear,

E “mina” que só serve pra matar

Quer saber o que eu acho, vou dizer:

Daria pro planeta abastecer,

E o dinheiro melhor ser empregado.

Ajudando quem vive flagelado,

E de fome rastejando pelo chão.

FAÇO VERSO EM PROL DA PRESERVAÇÃO,

PRA NÃO VER MEU PLANETA EXTERMINADO.

 

Soldado no campo de batalha

Pra viver mata alguém que não conhece,

Se der sorte, na trincheira amanhece

Só ouvindo o barulho da “metralha”.

E o grito do sargento que lhe ralha

Por estar em um canto confinado.

Olhando para um corpo metralhado,

Do amigo que morreu lhe dando a mão.

FAÇO VERSO EM PROL DA PRESERVAÇÃO,

PRA NÃO VER MEU PLANETA EXTERMINADO.

 

Gostaria de ser Papai Noel

E dizer para todos que tem fome,

Que eu existo apenas só no nome

E tão pouco eu seria infiel.

Pra deixar para os párias só o fel,

Se assim fosse queria ser jogado.

No inferno de DANTE e ser queimado,

Pra jamais alcançar a salvação.

FAÇO VERSO EM PROL DA PRESERVAÇÃO,

PRA NÃO VER MEU PLANETA EXTERMINADO.

 

Nesse mundo de tantos carnavais

Vejo fetos jogados nos monturos,

Vejo gente abortando nascituros

Concebido em terríveis bacanais.

No afã de gemidos e muitos “ais”,

Vejo pernas num corpo entrelaçado.

Gerando mais um ser indesejado

“Pra vagar nesse mundo abandonado”

Faço versos em prol da preservação,

PRA NÃO VER MEU PLANETA EXTERMINADO.

 

Assis Coimbra. Abraços cheios de "ECORDELANÇAS"

 

 

Fórum de discussão

TEMMPO DE SECA NO SERTÃO

Iniciado por Assis Coimbra. Última resposta de Antonio Cícero da Silva(Águia) 29 Jan. 1 Resposta

Tudo se torna um tomentoSe não chove no sertão,Secam açudes, riachosFazendo rachar o chão.A lavoura não floresce,E o nordestino padece,Por falta de água e pão.A fome se manifestaPor falta de chão…Continuar

OH SANTO ANJO QUEREUBIM, NOS PROTEJA DA MALDADE.

Iniciado por Assis Coimbra 10 Nov, 2010. 0 Respostas

Aqueles que têm dinheiroCarro bonito e mansão,Sempre terão na mão,Puxa saco e trapaceiro.E também um pistoleiro,Que pratica só maldade.Pois pra ele a crueldade,É um mal que não tem fim.OH SANTO ANJO…Continuar

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Escritor
Comentário de Assis Coimbra em 25 setembro 2016 às 22:46

QUER NOS EMPRESARIAR? ESTAMOS PRECISANDO!

Aqui Assis Coimbra falando sobre meio ambiente e cidadania!

https://www.youtube.com/watch?v=fuxkFKH73eQ


Escritor
Comentário de Assis Coimbra em 25 setembro 2016 às 22:33

QUER NOS EMPRESARIAR? ESTAMOS PRECISANDO!

Aqui Assis Coimbra falando sobre meio ambiente e cidadania!

https://www.youtube.com/watch?v=fuxkFKH73eQ


Escritor
Comentário de Assis Coimbra em 6 outubro 2011 às 15:06

Muita gente tem ficado
Esquecido no sertão,
Cuidando do seu roçado
Num pedacinho de chão.
Mas na hora de colher,
Pouco sobra pra comer,
Quase tudo é do patrão.

 

Assis Coimbra. Abraços "CORDELADOS"


Administrador
Comentário de Anna Karenina em 4 outubro 2011 às 16:39

CORDEL DE FEIRA DE SANTANA ,BAHIA,A CIDADE DO CRIME E DA IMPUNIDADE.

 

Não sei  até onde vai a voz desse  virtual

espaço

Nem o apelo que faço

Pra salvar nossa princesa

Uma Aurora ensanguentada

 

Virgem esfarrapada

Jovem mulher ,agora se fez

Filha da morte e do silêncio

São mais de trinta crimes no mês

 

 

Jovens morrem nessa guerra

Bandidos roubam a luz do dia

Desastres, nos instantes da Ave Maria!

Crimes nas rodovias

 

Princesa maldita e deslumbrada

Os ricos riem com caras gordas

As lindas damas mostram os dentes

A policia impotente

 

Enquanto morre essa gente

Os reis estão fazendo farra

com o dinheiro da gente


Brandindo nessa fanfarra

Os gordos impostos do povo

 

Talvez um Brogodó verdadeiro

Não fictício como o primeiro

Onde tudo foi resolvido

 

Nossos reis de gordas panças

Só sabem de comilanças

Festança e bom viver

 

Se sai alguém pro trabalho

Não se sabe se retorna,pra os políticos pouco importa

o medo e sentimentos do povo

 

Os hospitais empanturrados

De baleados e esfaqueados

Não se tratam mais as doenças

Somente os semimortos e agredidos

Nessa terra de violência

uns inocentes

outros culpados

todos no mesmo chão

a esperar salvação

 

A Bahia berço tão lindo

Da natureza um espelho

Embala em seus braços nobres

Essa cidadã sem  freios

Em seu grande vestido vermelho

 

Vermelho de tanto sangue

De princesa destronada

Nosso rei fechou os olhos

Pras tragédias das madrugadas

 

Pobre Princesa do Sertão

Pobre Mãe dos Olhos Dágua

Feira de mil ladrões

Terra esquecida e  enlutada


No nosso  hospital padrão

mulheres parem e enfermos ficam internados como alienados

sem santo nem enfermeira

em bancos de rude madeira


Doentes deitados  no chão

mortos e vivos misturados

todos enlutados

nessa grande confusão

 

Feira de Santana Princesa

De sangue derramado nas ruas

Uma mulher que menstrua

A cada segundo da lua

 

 

Por favor senhores políticos e  Senhora Presidente da República

Abram seus olhos pra Feira de Santana na Bahia a princesa ensanguentada

A cada dia violentada

 

 

Anna Karenina


Administrador
Comentário de Anna Karenina em 17 março 2011 às 17:07

 

ontem a cidade chora

hoje choramos juntos

amanhã

se houver

será que há amanhã?

essa geração que desponta no alvorecer

nem os que breve se vão

merecem ver a terra morrer

 

anna k


Escritor
Comentário de Edyth Teles de Meneses em 6 março 2011 às 8:44

É MADRUGADA…

 

E um mendigo

De mãos nos bolsos

Sozinho sobe a calçada

Olhar tristonho…

Nariz vermelho…

Tem frio talvez

Olha pela calada…

Sonhando com o nada

Faminto, outra vez…

È longe…

Longa caminhada

O lugar onde com sorte

Lhe dão uma esmola

Uma moeda…

Ou quem sabe…um pão

Anda devagar

O corpo não deixa

O passo apressar

E também pensa

Vou caminhando p’ra morte

Ainda é madrugada

E já o mendigo

Sobe a calçada…

 

13/01/2007

Edyth Teles de Meneses


Administrador
Comentário de Anna Karenina em 5 março 2011 às 23:50
lindo trabalho,amigo

Escritor
Comentário de Assis Coimbra em 29 novembro 2010 às 21:51

MARTELO AGALOPADO. Cordel com dez versos e dez sílabas poéticas.

Já não tem água limpa no riacho
E também pé de cedro e mulungu,
Esta acabando a palmeira babaçu
E a beleza do angico com “pistacho”.
Tá sumindo o bugio e o sanhaço
Seu habitar está todo devastado.
O leão está no circo acorrentado
Sendo exemplo da vil escravidão.
FAÇO VERSOS PARA PRESERVAÇÃO
E NÃO VER MEU PLANETA EXTERMINADO.

Das queimadas foge a onça e a serpente
E o teiú que rasteja pelo chão.
Também foge o bonito corujão,
Nas cidades aparecem de repente.
E respiram carbono poluente,
O efeito de um progresso mal traçado.
E eu afirmo, o homem é o culpado
Que se deixa levar pela ambição.
FAÇO VERSO EM PROL DA PRESERVAÇÃO,
PRA NÃO VER MEU PLANETA EXTERMINADO.

Vou pedir para todas patricinhas
Que compram dez sapatos todo dia,
Que dividam com Joana e Maria
Que não podem comprar se quer calcinhas.
No lixão trabalham as coitadinhas
Pra comer, catam o resto ali jogado.
E ali mesmo em fogão improvisado
Preparam tão “gostosa” refeição.
FAÇO VERSO EM PROL DA PRESERVAÇÃO,
PRA NÃO VER MEU PLANETA EXTERMINADO.

Assis Coimbra: Todos direitos reservados
Abraços cheios de “ECORDELANÇAS”

Escritor
Comentário de Assis Coimbra em 19 novembro 2010 às 21:23

Trecho da obra de minha autoria “A MARCHA DA HUMANIDADE E A DEGRADAÇÃO DA NATUREZA”.

Mas um povo que sofreu,
Na época colonial,
Que eram trazidos pra cá,
Por ordem de Portugal,
E em porões de navios
Sofrendo igual animal.

O povo a que me refiro
Era o negro escravizado.
Depois de comprado n’África,
Pra cá era transportado
Colocado em entrepostos
Pra ser comercializado.

Assim que eram comprados
Das famílias se apartavam,
Os pais iam para um lado,
Os filhos noutro ficavam,
E, a partir daquele dia,
Nunca mais se encontravam.

Mais de três milhões de escravos
Para cá foram trazidos,
Para viver apanhando,
Como se fossem bandidos
E à noite pelas senzalas,
Só se escutavam gemidos.

O escravo nunca foi
Tido como ser humano;
Logo era castigado,
Se cometia um engano,
Por mãos pesadas e fortes
Do seu carrasco tirano.

Com o chicote ele era
Punido pelo chacal,
Chicote também de nome
Conhecido bacalhau,
Abrindo feridas fundas,
Causando-lhe tanto mal.

Devido a essas feridas
Pelo chicote infernal,
O pobre sangrava tanto,
Gritava igual animal
E pra aliviar a dor,
O remédio era só sal.

Os castigos eram tantos,
Que sofriam aquela gente,
De umas cortavam os seios,
De outros quebravam o dente,
Vira-mundo as gargalheiras,
O sangue era vertente.

O trabalho era tão duro,
A alimentação faltava,
A vida útil do escravo
De dez anos não passava.
Na colônia e monarquia
A mão de obra sobrava.

O negro apanhava tanto
O corpo era só calombo.
Logo começou fugir
Pra não apanhar no lombo,
Se foragindo na mata,
Ali formando um quilombo.

Muitos quilombos formaram,
Reconstruindo os seus lares.
Os fugidos eram tantos,
Que passavam de milhares,
Foi aí que se juntaram
Para formar o Palmares.

Ganga Zumba era o seu chefe,
Preto velho respeitado,
No seu comando, as aldeias
Logo viraram estado,
Demonstrando o palmarino
Ser um povo organizado.

Também formaram um exército
Pra melhor se organizar,
Ergueram grandes muralhas,
Cercando todo lugar
Para assim se defenderem
De quem fosse lhe atacar (...)

Abraços cheios de “ECORDELANÇAS”

Escritor
Comentário de Assis Coimbra em 16 novembro 2010 às 20:17

Quando o brilho da lua Vem nascendo
Até parece que a noite se incendeia,
Com seu facho de luz logo clareia
A esperança de volta aparecendo.
Ao campônio que vive ali sofrendo
Sem ganhar o “tostão” de cada dia.
Ele se entrega pra Deus e pra “MARIA”
Para no céu encontrar boa morada.
A LEMBRANÇA DA NOITE ENLUARADA,
NÃO ME SAI DA CABEÇA NOTE E DIA.

Assis Coimbra.
Abraços cheios de “ECORDELANÇAS”.
 
 
 

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