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A ORIGEM DAS RELIGIÕES

PODEMOS PESQUISAR ESSAS ORIGENS SEM DESCRIMINAR NINGUÉM

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Última atividade: 18 Jan, 2013

RELIGIÃO

ASSUNTO POLÊMICO QUE TEM GERADO GUERRAS,E OS PIORES CONFLITOS DA HUMANIDADE

PODEMOS PESQUISAR SEM CRITICAR


Religião

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Religião (do latim religare, significando religação com o divino [1]) é um conjunto de sistemas culturais e de crenças, além de visões de mundo, que estabelece os símbolos que relacionam a humanidade com a espiritualidade e os valores morais.[2] Muitas religiões têm narrativas, símbolos, tradições e histórias sagradas que se destinam a dar sentido à vida ou explicar a sua origem e do universo. As religiões tendem a derivar a moralidade, a ética, as leis religiosas ou um estilo de vida preferido de suas ideias sobre o cosmos e a natureza humana.

A palavra religião é muitas vezes usada como sinônimo de ou sistema de crença, mas a religião difere da crença privada na medida em que tem um aspecto público. A maioria das religiões têm comportamentos organizados, incluindo hierarquias clericais, uma definição do que constitui a adesão ou filiação, congregações de leigos, reuniões regulares ou serviços para fins de veneração de uma divindade ou para a oração, lugares (naturais ou arquitetônicos) e/ou escrituras sagradas. A prática de uma religião pode também incluir sermões, comemoração das atividades de um deus ou deuses, sacrifícios, festivais, festas, transe, iniciações, serviços funerários, serviços matrimoniais, meditação, música, arte, dança, serviço público ou outros aspectos da culturahumana.

O desenvolvimento da religião assumiu diferentes formas em diferentes culturas. Algumas religiões colocam a tônica na crença, enquanto outras enfatizam a prática. Algumas religiões focam na experiência religiosa subjetiva do indivíduo, enquanto outras consideram as atividades da comunidade religiosa como mais importantes. Algumas religiões afirmam serem universais, acreditando que suas leis e cosmologia são válidas ou obrigatórias para todas as pessoas, enquanto outras se destinam a serem praticada apenas por um grupo bem definido ou localizado. Em muitos lugares, a religião tem sido associada com instituições públicas, como educação, hospitais, família, governo e hierarquias políticas.

Alguns acadêmicos que estudam o assunto têm dividido as religiões em três categorias amplas: religiões mundiais, um termo que se refere à crenças transculturais e internacionais; religiões indígenas, que se refere a grupos religiosos menores, oriundos de uma cultura ou nação específica; e o novo movimento religioso, que refere-se a crenças recentemente desenvolvidas.[3] Uma teoria acadêmica moderna sobre a religião, o construtivismo social, diz que a religião é um conceito moderno que sugere que toda a prática espiritual e adoração segue um modelo semelhante ao das religiões abraâmicas, como um sistema de orientação que ajuda a interpretar a realidade e definir os seres humanos[4] e, assim, a religião, como um conceito, tem sido aplicado de forma inadequada para culturas não-ocidentaisque não são baseadas em tais sistemas ou em que estes sistemas são uma construção substancialmente mais simples.

Etimologia

Religiões por país

Portal Religião   v • e

A palavra portuguesa religião deriva da palavra latina religionem (religio no nominativo), mas desconhece-se ao certo que relações estabelece religionem com outros vocábulos. Aparentemente no mundo latino anterior ao surgimento do cristianismo, religionem referia-se a um estilo de comportamento marcado pela rigidez e pela precisão.

A raiz da palavra Religião tem ligações com o -lig- de diligente ou inteligente ou com le-, lec-, -lei, -leg- de "ler", "lecionar", "eleitor" e "eleger" respectivamente. o re- iniciar é um prefixo que vem de red(i) "vir", "voltar" como em "reditivo" ou "relíquia" [5]

A palavra "religião" foi usada durante séculos no contexto cultural da Europa, marcado pela presença do cristianismo que se apropriou do termo latino religio. Em outras civilizações não existe uma palavra equivalente. O hinduísmo antigo utilizava a palavra rita que apontava para a ordem cósmica do mundo, com a qual todos os seres deveriam estar harmonizados e que também se referia à correcta execução dos ritos pelos brâmanes. Mais tarde, o termo foi substituído por dharma, termo que atualmente é também usado pelo budismo e que exprime a idéia de uma lei divina e eterna. Rita relaciona-se também com a primeira manifestação humana de um sentimento religioso, a qual surgiu nos períodos Paleolítico e Neolítico, e que se expressava por um vínculo com a Terra e com a Natureza, os ciclos e a fertilidade. Nesse sentido, a adoração à Deusa mãe, à Mãe Terra ou Mãe Cósmica estabeleceu-se como a primeira religião humana. Em torno desse sentimento formaram-se sociedades matriarcais centradas na figura feminina e suas manifestações.[6] Ainda entre os hindus destaca-se a deusa Kali ou A negra como símbolo desta Mãe cósmica. Cada uma das civilizações antigas representaria a Deusa, com denominações variadas: Têmis (Gregos), Nu Kua (China), Tiamat (Babilônia) e Abismo ,(Bíblia).

Segundo o mitologista Joseph Campbell a mudança de uma idéia original da Deusa mãe identificada com a Natureza para um conceito de Deus deve-se aos hebreus e à organização patriarcal desta sociedade. O patriarcalismo formou-se a partir de dois eventos fundamentais: a atividade belicosa de pastoreio de gado bovino e caprino [7] e às constantes perseguições religiosas que desencadeavam o nomadismo e a perda de identidade territorial.[8] Herdado da cultura hebraica, patriarcado é uma palavra derivada do grego pater, e se refere a um território ou jurisdição governado por um patriarca; de onde a palavra pátria. Pátria relaciona-se ao conceito de país, do italiano paese, por sua vez originário do latim pagus, aldeia, donde também vem pagão. País, pátria, patriarcado e pagão tem a mesma raiz.

Historicamente foram propostas várias etimologias para a origem de religio. Cícero, na sua obra De natura deorum, (45 a.C.) afirma que o termo se refere a relegere, reler, sendo característico das pessoas religiosas prestarem muita atenção a tudo o que se relacionava com os deuses, relendo as escrituras. Esta proposta etimológica sublinha o carácter repetitivo do fenómeno religioso, bem como o aspecto intelectual. Mais tarde, Lactâncio (século III e IVd.C.) rejeita a interpretação de Cícero e afirma que o termo vem de religare, religar, argumentando que a religião é um laço de piedade que serve para religar os seres humanos a Deus.

No livro "A Cidade de Deus" Agostinho de Hipona (século IV d.C.) afirma que religio deriva de religere, "reeleger". Através da religião a humanidade reelegia de novo a Deus, do qual se tinha separado. Mais tarde, na obra De vera religione Agostinho retoma a interpretação de Lactâncio, que via em religio uma relação com "religar".

Macróbio (século Vd.C.) considera que religio deriva de relinquere, algo que nos foi deixado pelos antepassados.

Independente da origem, o termo é adotado para designar qualquer conjunto de crenças e valores que compõem a de determinada pessoa ou conjunto de pessoas. Cada religião inspira certas normas e motiva certas práticas.

Conceitos

Existem termos que são ditos/escritos frequentemente no discurso religioso grego, romano, judeu e cristão. Entre eles estão: sacro e seus derivados (sacrar, sagrar, sacralizar, sacramentar, execrar), profano (profanar) e deus(es). O conceito desses termos varia bastante conforme a época e a religião de quem os emprega. Contudo, é possível ressaltar um mínimo comum à grande parte dos conceitos atribuídos aos termos.

Os religiosos gregos e romanos criam na existência de vários deuses; os judeus, maometanos e cristãos acreditam que há apenas uma divindade, um ser impossível de ser sentido pelos sensores humanos e que é capaz de provocar acontecimentos improváveis/impossíveis que podem favorecer ou prejudicar os homens. Para grande parte das religiões, as coisas e as ações se dividem entre sacras e profanas. Sacro é aquilo que mantém uma ligação/relação com o(s) deus(es). Frequentemente está relacionado ao conceito de moralidade. Profanoé aquilo que não mantém nenhuma ligação com o(s) deus(es). Da mesma forma, para grande parte das religiões a imoralidade e o profano são correspondentes. Já o verbo "profanar" (tornar algo profano) é sempre tido como uma ação má pelos religiosos.

Definição

Dentro do que se define como religião podem-se encontrar muitas crenças e filosofias diferentes. As diversas religiões do mundo são de facto muito diferentes entre si. Porém ainda assim é possível estabelecer uma característica em comum entre todas elas. É facto que toda religião possui um sistema de crenças no sobrenatural, geralmente envolvendo divindades, deuses e demónios. As religiões costumam também possuir relatos sobre a origem do Universo, da Terra e do Homem, e o que acontece após a morte. A maior parte crê na vida após a morte.

A religião não é apenas um fenômeno individual, mas também um fenômeno social. Exemplos de doutrinas que exigem não só uma fé individual, mas também adesão a um certo grupo social, são as doutrinas da Igreja, do judaísmo, dos amish.

A idéia de religião com muita frequência contempla a existência de seres superiores que teriam influência ou poder de determinação no destino humano. Esses seres são principalmente deuses, que ficam no topo de um sistema que pode incluirvárias categorias: anjos, demônios, elementais, semideuses, etc.

Outras definições mais amplas de religião dispensam a idéia de divindades e focalizam os papéis de desenvolvimento de valores morais, códigos de conduta e senso cooperativo em uma comunidade.

Ateísmo é a ausência de crença em qualquer tipo de deus, muitas vezes se contrapondo às religiões teístas. Agnosticismo é a postura filosófica que afirma ser impossível saber racionalmente sobre a existência ou inexistência de deuses e sobre a veracidade de qualquer religião teísta, por falta de provas favoráveis ou contrárias. Deísmoé a crença na existência de um Deus criador, mas questiona a idéia de revelação divina.

Algumas religiões não consideram deidades, e podem ser consideradas como ateístas (apesar do ateísmo não ser uma religião, ele pode ser uma característica de uma religião). É o caso do budismo, do confucionismo e do taoísmo. Recentemente surgiram movimentos especificamente voltados para uma prática religiosa (ou similar) da parte de deístas, agnósticos e ateus - como exemplo podem ser citados o Humanismo Laico e o Unitário-Universalismo. Outros criaram sistemas filosóficos alternativos como August Comte, fundador da Religião da Humanidade.

As religiões que afirmam a existência de deuses podem ser classificadas em dois tipos: monoteísta ou politeísta. As religiões monoteístas (monoteísmo) admitem somente a existência de um único deus, um ser supremo. As religiões politeístas (politeísmo) admitem a existência de mais de um deus.

Atualmente, as religiões monoteístas são dominantes no mundo: Judaísmo, Cristianismo e Islamismo juntos agregam mais da metade dos seres humanos e quase a totalidade do mundo ocidental. Além destas, o Zoroastrismo, a Fé Bahá'í, o Espiritismo e Bnei Noahsão religiões monoteístas.

 The Economist

Em 23 de dezembro de 1999 em seu número especial por ocasião da mudança do milênio publicou uma nota necrológica de Deus,[9] agora vem confessar que agiu precipitadamente. Num longo noticiário de 3 de novembro de 2007 reconhece que contra o prognóstico laicista ou secularista, a fé sobrevive e vem dando mostras, nos últimos anos, de uma energia renovada e com influência cada vez maior nos assuntos do planeta. Conclui que para um político ou estadista seria um erro muito perigoso ignorar ou legar a um segundo plano a religião.[10] A temática em torno de religião e sobre Deus também tomou conta do debate político nos Africa em 2010 e ganhou espaço na campanha eleitoral, candidatos são obrigados a responder perguntas sobre religião e se vêm compelidos a participar de cultos.[11]

Movimentos religiosos


Mapa das maiores religiões do planeta.

Esta classificação procura agrupar as religiões com base em critérios geográficos, como a concentração numa determinada região ou o facto de certas religiões terem nascido na mesma região do mundo. As categorias mais empregues são as seguintes:

Esta classificação não se refere à forma como tais religiões estão distribuídas hoje pela Terra, mas às regiões onde elas surgiram. Fundamenta-se no fato de que as religiões paridas em regiões próximas mantém também proximidades em relação aos seus credos, por exemplo: as religiões nascidas no Oriente Médio em geral são monoteístas e submetem seus crédulos a forte regime de proibições e obrigações, sempre se utilizando de ameaças pós-mortem como a do inferno cristão. Já as religiões nascidas no Oriente Distante são ou politeístas ou espiritualistas (não pregam a existência de nenhum deus, mas acreditam em forças espirituais) e são mais flexíveis quanto suas normas morais.

A distribuição atual das religiões não corresponde às suas origens, já que algumas perderam força em suas regiões nativas e ganharam participação em outras partes do planeta, um exemplo básico é o cristianismo, que é minoritário no Oriente Médio (onde surgiu) e majoritário em todo o Ocidente e na Oceania (para onde migrou). Há ainda o caso das religiões greco-romanas que dominaram a Europa por séculos mas hoje são religiões mortas, provavelmente sem nenhum seguidor vivo em todo o planeta.

Mundo contemporâneo


Este mapa mostra as religiões predominantes que caracterizam cada país no mundo. Em muitos casos, duas religiões com extensões de difusão semelhante, na mesma área, são representados por uma textura listrada que alterna tanto as cores associadas com os dois sistemas religiosos (em inglês).

Percentagem de cidadãos por país que consideram a religião "muito importante" (em inglês).

Desde os finais do século XIX, e em particular desde a segunda metade do século XX, o papel da religião, bem como seu número de aderentes, se tem alterado profundamente.

Alguns países cuja tradição religiosa esteve historicamente ligada ao cristianismo, em concreto os países da Europa, experimentaram um significativo declínio da religião. Este declínio manifestou-se na diminuição do número de pessoas que frequenta serviços religiosos ou do número de pessoas que desejam abraçar uma vida monástica ou ligada ao sacerdócio.

Em contraste, nos Estados Unidos, na América Latina e na África subsariana, o cristianismo cresce significativamente; para alguns estudiosos[quem?] estes locais serão num futuro próximo os novos centros desta religião. O islão é actualmente a religião que mais cresce em número de adeptos, que não se circunscrevem ao mundo árabe, mas também ao sudeste asiático, e a comunidades na Europa e no continente americano. O hinduísmo, o budismo e o xintoísmo tem a sua grande área de influência no Extremo Oriente, embora as duas primeiras tradições influenciem cada vez mais a espiritualidade dos habitantes do mundo ocidental. A Índia, onde cerca de 80% da população é hindu, é um dos países mais religiosos do mundo, ficando em segundo lugar após os Estados Unidos. As explicações para o crescimento das religiões nestas regiões incluem a desilusão com as grandes ideologias do século XIX e XX, como o nacionalismo e o socialismo.

Por outro lado, o mundo ocidental é marcado por práticas religiosas sincréticas, ligadas a uma "religião individual" de cada um faz para si e ao surgimento dos chamados "novos movimentos religiosos". Embora nem todos esses movimentos sejam assim tão recentes, o termo é usado para se referir a movimentos neocristãos (Movimento de Jesus), judaico-cristãos (Judeus por Jesus), movimentos de inspiração oriental (Movimento Hare Krishna) e a grupos que apelam ao desenvolvimento do potencial humano através por exemplo de técnicas de meditação (Meditação Transcendental).

Também presente na Europa e nos Estados Unidos da América é aquilo que os investigadores designam como uma "nebulosa místico-esotérica", que apela a práticas como o xamanismo, o tarot, a astrologia, os mistérios e cuja actividades giram em torno da organização de conferências, estágios, revistas e livros. Algumas das características desta nebulosa místico-esotérica são as centralidades do indivíduo que deve percorrer um caminho pessoal de aperfeiçoamento através da utilização de práticas como o ioga, a meditação, a idéia de que todas as religiões podem convergir , o desejo de paz mundial e do surgimento de uma nova era marcada por um nível superior de consciência.

Quatro maiores religiõesSeguidores[carece de fontes] % da população mundialArtigo
População mundial6,8 bilhões[12]Dados extraídos de artigos individuais:
Cristianismo1,9 bilhão – 2,1 bilhões[13]29% – 32%Cristianismo por país
Islã1,3 bilhão – 1,57 bilhão[14]19% – 21%Islão por país
Budismo500 milhões – 1.5 bilhão[15][16]7% – 21%Budismo por país
Hinduísmo950 milhões – 1 bilhão[17]14% – 20%Hinduísmo por país
Total4,65 bilhões – 6,17 bilhões68,38% – 90,73%

Características

Embora cada religião apresente elementos próprios, é também possível estabelecer uma série de elementos comuns às várias religiões e que podem permitir uma melhor compreensão do fenómeno religioso.

As religiões possuem grandes narrativas, que explicam o começo do mundo ou que legitimam a sua existência. O exemplo mais conhecido é talvez a narrativa do Génesis na tradição judaica e cristã. Quanto à legitimação da existência e da validade de um sistema religioso, este costuma apelar a uma revelação ou à obtenção de uma sabedoria por parte de um fundador, como sucede no budismo, onde o Buda alcançou a iluminação enquanto meditava debaixo de uma figueira ou no Islão, em que Muhammad recebeu a revelação do Corão de Deus.

As religiões tendem igualmente a sacralizar determinados locais. Os motivos para essa sacralização são variados, podendo estar relacionados com determinado evento na história da religião (por exemplo, a importância do Muro das Lamentações no judaísmo) ou porque a esses locais são associados acontecimentos miraculosos (santuários católicos de Fátima ou de Lourdes) ou porque são marcos de eventos religiosos relacionados à mitologia da própria religião (monumentos megalíticos, como Stonehenge, no caso das religiões pagãs). Na antiga religião grega, os templos não eram locais para a prática religiosa, mas sim locais onde se acreditava que habitava a divindade, sendo por isso sagrados.

As religiões estabelecem que certos períodos temporais são especiais e dedicados a uma interacção com o divino. Esses períodos podem ser anuais, mensais, semanais ou podem mesmo se desenrolar ao longo de um dia. Algumas religiões consideram que certos dias da semana são sagrados (Shabat no judaísmo ou o Domingo no cristianismo), outras marcam esses dias sagrados de acordo com fenômenos da natureza, como as fases da lua, na religião Wicca, em que todo primeiro dia de lua cheia esbaté considerado sagrado. As religiões propõem festas ou períodos de jejum e meditação que se desenvolvem ao longo do ano.

O estudo da religião

História do estudo da religião


Vênus de Willendorf, do Paleolítico

As primeiras reflexões sobre a religião foram feitas pelos antigos Gregos e Romanos. Xenofonte relativizou o fenómeno religioso, argumentando que cada cultura criava deuses à sua semelhança. O historiador grego Heródoto descreveu nas suas Histórias as várias práticas religiosas dos povos que encontrou durante as viagens que efectuou. Confrontado com as diferenças existentes entre a religião grega e a religião dos outros povos, tentou identificar alguns deuses das culturas estrangeiras com os deuses gregos. O sofista Protágoras declarou desconhecer se os deuses existiam ou não, posição que teve como consequências a sua expulsão de Atenas e o queimar de toda a sua obra. Crítias defendeu que a religião servia para disciplinar os seres humanos e fazer com que estes aderissem aos ideais da virtude e da justiça. Júlio César e o historiador Tácitodescreveram nas suas obras as práticas religiosas dos povos que encontraram durante as suas conquistas militares.

Nos primeiros séculos da era actual, os autores cristãos produziram reflexões em torno da religião fruto dos ataques que experimentaram por parte dos autores pagãos. Estes criticavam o facto desta religião ser recente quando comparada com a antiguidade dos cultos pagãos. Como resposta a esta alegação, Eusébio de Cesareia e Agostinho de Hipona mostraram que o cristianismo se inseria na tradição das escrituras hebraicas, que relatavam a origem do mundo. Para os primeiros autores cristãos, a humanidade era de início monoteísta, mas tinha sido corrompida pelos cultos politeístas que identificavam como obra de Satanás.

Durante a Idade Média, os pensadores do mundo muçulmano revelaram um conhecimento mais profundo das religiões que os autores cristãos. Na Europa, as viagens de Marco Polo permitiram conhecer alguns aspectos das religiões da Ásia, porém a visão sobre as outras religiões era limitada: o judaísmo era condenado pelo facto dos judeus terem rejeitado Jesus como messias e o islão era visto como uma heresia.

O Renascimento foi um movimento cultural e artístico que procurava reviver os moldes da Antiguidade. Assim sendo, os antigos deuses dos gregos e dos romanos deixaram de ser vistos pela elite intelectual e artística como demónios, sendo representados e estudados pelos artistas que os representavam. Nicolau de Cusa realizou um estudo comparado entre o cristianismo e o islão em obras como De pace fidei e Cribatio Alcorani. Em Marsílio Ficino encontra-se um interesse em estudar as fontes das diferentes religiões; este autor via também uma continuidade no pensamento religioso. Giovanni Pico della Mirandola interessou-se pela tradição mística do judaísmo, a Cabala.

As descobertas e a expansão européia pelos continentes, tiveram como consequência a exposição dos europeus a culturas e religiões que eram muito diferentes das suas. Os missionários cristãos realizaram descrições das várias religiões, entre as quais se encontram as de Roberto de Nobili e Matteo Ricci, jesuítas que conheceram bem as culturas da Índia e da China, onde viveram durante anos.

Em 1724 Joseph François Lafitau, um padre jesuíta, publicou a obra Moeurs des sauvages amériquains comparées aux moeurs des premiers temps na qual comparava as religiões dos índios, a religião da Antiguidade Clássica e o catolicismo, tendo chegado à conclusão de que estas religiões derivavam de uma religião primordial.

Nos finais do século XVIII e no início do século XIX parte importante dos textos sagrados das religiões tinham já sido traduzidos nas principais línguas européias. No século XIX ocorre também a estruturação da antropologia como ciência, tendo vários antropólogos se dedicado ao estudo das religiões dos povos tribais. Nesta época os investigadores reflectiram sobre as origens da religião, tendo alguns defendido um esquema evolutivo, no qual o animismo era a forma religiosa primordial, que depois evoluía para o politeísmo e mais tarde para o monoteísmo.

Abordagens disciplinares

O estudo científico da religião é actualmente realizado por várias disciplinas das ciências sociais e humanas. A história das religiões, nascida na segunda metade do século XIX, estuda a religião recorrendo aos métodos da investigação histórica. Ela estuda o contexto cultural e político em que determinada tradição religiosa emergiu.

A Sociologia da Religião analisa as religiões como fenómenos sociais, procurando desvendar a influência dela na vida do indivíduo e da comunidade. A Sociologia da Religião tem como principais nomes Emile Durkheim, Karl Marx,Ernst Troeltsch, Max Weber e Peter Berger.

A Antropologia, tradicionalmente centrada no estudo dos povos sem escrita (embora os seus campos de estudo possam ser também as modernas sociedades capitalistas), desenvolveu igualmente uma área de estudo da religião, na qual se especulou sobre as origens e funções da religião. John Lubbock, no livro The Origin of Civilization and the Primitive Condition of Man apresentou um esquema evolutivo da religião: do ateísmo (entendido como ausência de idéias religiosas), passa-se para o xamanismo, o antropomorfismo, o monoteísmo e finalmente para o monoteísmo ético. Esta visão evolucionista foi colocada em questão por outros investigadores, como E.B. Taylor que considerava o animismocomo a primitiva forma de religião.

A Fenomenologia da Religião, que deriva da filosofia fenomenológica de Edmund Husserl, tenta captar o lado único da experiência religiosa. Utiliza como principal método científico a observação, explicando os mitos, os símbolos e os rituais. Ela procura compreender a religião do ponto de vista do crente, bem como o valor dessas crenças na vida do mesmo. Por estas razões evita os juízos de valores (conceito de epoje ou abandono de qualquer juízo de valor). Os principais nomes ligados à Fenomenologia da Religião são Nathan Soderblom, Garardus van der Leeuw, Rudolf Otto, Friedrich Heiler e Mircea Eliade.


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Comentário de Maria Iraci Leal em 22 abril 2012 às 14:32

ANNA QUERIDA, AMEI O GRUPO, OBRIGADO BJS.

Comentário de Anna Karenina em 22 abril 2012 às 8:43

Testemunhas de Jeová — Quem são? Em que creem?


Testemunhas de Jeová presas nos campos de concentração nazistas por se negarem a ir a guerra


usavam um uniforme diferente dos outros
conhecidos como triângulo roxo



Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Comentário de Anna Karenina em 22 abril 2012 às 8:42



A comunidade religiosa conhecida por Testemunhas de Jeová assume-se como uma religião cristã não-trinitária. Adoram exclusivamente a Jeová e são seguidores de Jesus Cristo. Crêem que a religião é a restauração do verdadeiro cristianismo, mas rejeitam a classificação de serem fundamentalistas no sentido em que o termo é comumente usado. Afirmam basear todas as suas práticas e doutrinas no conteúdo da Bíblia.

Possuem adeptos em 236 países e territórios autónomos, ascendendo a mais de sete milhões e trezentos mil praticantes, apesar de reunirem um número muito superior de simpatizantes. Segundo o Anuário das Testemunhas de Jeová de 2010 e A Sentinela publicada no site Oficial, Nos últimos dez anos, mais de 2,7 milhões de pessoas foram batizadas, uma média de cinco mil por dia. Além disso, no ano de 2009, 18.168.323 pessoas assistiram à Comemoração da Morte de Cristo, constituindo um número bem superior aos dos membros ativos, ou seja, cerca de outros onze milhões de simpatizantes têm assistido às suas reuniões e/ou participado de seus cursos bíblicos gratuitos semanais.

As Testemunhas de Jeová são bem conhecidas pela sua regularidade e grande persistência na obra de evangelização de casa em casa e nas ruas. Possuem um dos maiores parques gráficos do mundo visando a impressão e distribuição de centenas de milhões de exemplares da Bíblia e de publicações baseadas nela. Como parte da sua adoração a Deus, assistem semanalmente a reuniões congregacionais e a grandes eventos anuais, onde o estudo da Bíblia constitui a principal temática. São ainda conhecidas por recusarem muitas das doutrinas centrais das demais religiões cristãs, pelo apego a fortes valores que afirmam ser baseados na Bíblia, nomeadamente quanto à neutralidade política, à moralidade sexual, à honestidade e à recusa em aceitar transfusões de sangue.

Comentário de Anna Karenina em 22 abril 2012 às 8:41

Alguns as chamam de propagandistas cristãos, de um novo culto cristão, de uma seita cristã influenciada pelo judaísmo ou de fanáticos que rejeitam tratamento médico. Todavia, a Associação Mundial das Testemunhas de Jeová refuta tais afirmações. Segundo as Testemunhas de Jeová, não importa quanto lhes custe isso, dizem seguir à risca os preceitos bíblicos. Afirmam que não inventaram uma nova religião, mas apenas seguem o que está escrito na Bíblia, e que não importa qual seja a situação, ela contém as orientações e os conselhos para suas vidas. Afirmam que suas crenças, ensinos e atividades são baseadas nela, e por isso incentivam a sua leitura diária.Para ajuda ao entendimento bíblico, suas publicações são produzidas e distribuídas em muitas campanhas missionárias ao redor do mundo.

Comentário de Anna Karenina em 22 abril 2012 às 8:36

Hoje, as Testemunhas de Jeová constituem um grupo mundial de milhões de membros, agrupados em células locais designadas por Congregações, unidas sob uma estrutura mundial que coordena todas as suas atividades. Apesar de possuírem o que chamam de organização e nela existirem homens que assumem responsabilidades locais ou mais abrangentes, as Testemunhas não formam distinção entre clero e leigos, tal como acontece com muitas denominações religiosas. Os seus responsáveis não possuem títulos honoríficos, não usam vestimenta ou símbolos distintivos, não se lhes impõe o celibato, não são assalariados e espera-se que sejam os primeiros a dar o exemplo de boa conduta e moral aos restantes membros da congregação.

Preocupam-se também em divulgar os seus ensinos por publicarem milhares de milhões de páginas de informação em várias centenas de línguas, sem esquecer os que têm necessidades especiais, tal como os surdos ou cegos. Aos interessados oferecem estudos domiciliares e gratuitos da Bíblia tentando depois trazê-los até aos seus centros de reunião, conhecidos por Salões do Reino. As suas reuniões e congressos, bem como a realização de cerimónias como casamentos e funerais, são sempre realizadas gratuitamente e nunca fazem coletas, nem se cobram dízimos. Aceitam contribuições voluntárias e anónimas para o financiamento da sua obra e dos seus locais de reunião. Mantêm ainda extensos programas de educação e de serviço voluntário em várias frentes.

Comentário de Anna Karenina em 22 abril 2012 às 8:35


As Testemunhas de Jeová continuam a experimentar um contínuo aumento entre as suas fileiras. Apesar de duramente perseguidas e proscritas em muitos países, sendo alvo de críticas e várias controvérsias devido à sua singular interpretação da Bíblia e apego intransigente às suas doutrinas que, na sua maioria, diferem da teologia da cristandade, rejeitando assim qualquer envolvimento no ecumenismo, mantendo uma estrita neutralidade política e militar.

Defendendo uma conduta moral bastante rígida, mostram um zelo notável, que alguns consideram proselitismo agressivo, no que chamam "obra de pregação das Boas Novas do Reino". Este serviço realizado voluntariamente distingue-as e torna-as conhecidas mundialmente, sendo habitual observá-las nas suas regulares visitas às casas dos seus vizinhos e no contato direto com o público onde quer que haja pessoas.


A única autoridade reconhecida pelas Testemunhas de Jeová em termos teológicos é a Bíblia. Usam frequentemente a NM - Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas, publicada pela Sociedade Torre de Vigia, embora usem diversas outras traduções da Bíblia, conforme pode ser visto por uma análise das suas publicações. Além disso, muitas Testemunhas ainda não possuem aquela versão no seu idioma, recorrendo assim às versões mais populares disponíveis no país onde moram.

A interpretação do texto bíblico é feita segundo o entendimento aprovado pelo Corpo Governante das Testemunhas de Jeová e publicado pela Sociedade Torre de Vigia de Bíblias e Tratados. Confiam no seu Corpo Governante como "porta-voz" de Jeová Deus, para fornecer ensino e entendimento bíblico no tempo apropriado. Este Corpo Governante é composto de anciãos, procedentes de vários países, e usa como base a sede mundial das Testemunhas de Jeová. Afirmam que este órgão central de homens mais experientes está sob a liderança de Jesus Cristo, promovendo e coordenando a obra das Testemunhas de Jeová em mais de cem mil congregações nos 236 países onde se encontram. No entanto, nem os membros do Corpo Governante nem qualquer outra Testemunha de Jeová afirmam ser inspirados por Deus, ao contrário do que crêem ter acontecido com os escritores bíblicos cuja escrita terá sido guiada pelo Espírito Santo. Assim, as suas publicações podem e são sujeitas a alterações a nível doutrinal, talvez quando um estudo mais detalhado de determinado assunto conduz a um ajuste de pensamento.



Trabalho de evangelização contatando as pessoas de casa em casa

Comentário de Anna Karenina em 22 abril 2012 às 8:35


As Testemunhas de Jeová procuram empenhar-se na divulgação mundial das suas crenças através de vários meios e, em especial, através da página impressa. Nas suas convenções anuais, são apresentados à comunidade novos livros, brochuras e outros artigos para divulgação doutrinária. Apesar de estarem presentes na Internet, atualmente não possuem quaisquer emissões de TV ou Rádio. No entanto, foram pioneiras no uso do cinema sincronizado com som e fizeram vasto uso de emissoras de rádio no passado, principalmente na década de 1930 e 1940, quando chegaram a montar as maiores redes radiofônicas da época.

Hoje possuem um dos maiores parques gráficos do mundo, com capacidade para imprimir centenas de milhões de exemplares de publicações a cada ano, sendo que algumas das suas edições estão entre as mais distribuídas mundialmente. Apenas nos últimos 30 anos do Século XX, imprimiram-se mais de vinte mil milhões (vinte bilhões) de livros, folhetos, brochuras e revistas.[20] Os títulos publicados são traduzidos individualmente em dezenas ou mesmo centenas de idiomas e apresentados em versões diferentes, tal como edições com caracteres de grandes dimensões ou em braille para os que possuem deficiências visuais, DVD's com língua de sinais, gravações áudio cassete e mp3 entre outros.

Desde 1926, a Sociedade Torre de Vigia, publicou mais de 159 milhões de exemplares de diversas versões da Bíblia, em 74 línguas. Além da Bíblia, sua mensagem é apresentada ao público, principalmente através de duas revistas:

* A Sentinela - Anunciando o Reino de Jeová
* Despertai!

Comentário de Anna Karenina em 22 abril 2012 às 8:34

A Sentinela, sendo a principal revista para estudo bíblico aos membros da fé, tem uma média de 37 milhões de revistas impressas quinzenalmente, dando-lhe a maior circulação de qualquer revista religiosa do mundo. É publicada em 176 línguas.Todas as edições são traduzidas e impressas para a liberação simultânea.

Outra revista, a Despertai!, Publicada em 82 línguas, é de interesse geral como uma revista de noticias, com um cunho religioso e tem uma média de 36 milhões de revistas impressas mensalmente. Todas suas edições também são traduzidas e impressas para a liberação simultânea.

As Testemunhas de Jeová usam extensivamente o programa de estudo bíblico domiciliar baseado em um livro didático O Que a Bíblia Realmente Ensina?. Ao longo de 193 páginas, o livro aborda num estilo simples e muito direto diversos assuntos religiosos nos quais se apresentam as doutrinas defendidas pelas Testemunhas de Jeová. Mais de 99 milhões de exemplares foram produzidos em 189 línguas desde que o livro foi lançado em 2005.

Além disso, A Sociedade Torre de Vigia tem produzido enciclopédias bíblicas como o Estudo Perspicaz das Escrituras, e outras concordâncias e guias de estudo com profundidade de investigação sobre temas específicos Bíblia. Lançam ainda documentários e filmes sobre diversos temas, discos com temas apenas musicais ou cantados, CD-ROM's com a Bíblia e o conteúdo eletrônico da maioria das suas publicações dos últimos 35 anos. Até Novembro de 2009, o número total de línguas em que as publicações das Testemunhas de Jeová eram editadas alcançava os 500 idiomas.

Internet

As Testemunhas de Jeová mantêm o www.watchtower.org como principal web site oficial . A partir de janeiro de 2009, este site inclui informação educativa publicado em 383 línguas, como o português, Inglês, chinês, francês, espanhol, assírio, bengali, e Twi, bem como vídeos em Língua de Sinais Americana, Língua Brasileira de Sinais, Língua de Sinais Colombiana, Língua de Sinais Japonesa, Língua Gestual Dinamarquesa entre outras. Entre outras informações úteis, o site disponibiliza os endereços postais de 115 filiais em todo o mundo, onde as pessoas podem obter mais informações ou solicitar a assistência pessoal das Testemunhas em sua região. Downloads de áudio das publicações estão disponíveis em outro web site oficial, o www.Jw.org, e ambos os sites têm um link para o site, www.jw-media.org, que especialmente foi criado como um recurso on-line para a mídia.


A Sociedade Torre de Vigia produziu 21 documentários em vídeos sobre uma variedade de temas históricos e bíblicos, em 78 línguas. A Bíblia completa está disponível no formato MP3 em português e em um grande número de outras línguas. Além disso, outros livros, brochuras, e artigos atuais das revistas A Sentinela e Despertai! estão disponíveis nos formatos MP3 ou disco compacto.

Comentário de Anna Karenina em 22 abril 2012 às 8:32


No início da década de 1980, uma equipe de voluntários de vários países desenvolveram o MEPS ou Sistema eletrônico de fotocomposição multilíngüe, que atualmente tem capacidade de traduzir matérias em 644 idiomas, utilizando 29 alfabetos e conjunto de caracteres. Atualmente mais de 2500 voluntários ajudam com a tradução em todo o mundo.

Comentário de Anna Karenina em 22 abril 2012 às 8:31


Em novembro de 2009 o site JW-media anunciou um novo marco na edição e tradução, 500 idiomas. Em entrevista, Rudi Hartl, Coordenador de tradução, falou do Centro Educacional da Torre de Vigia em Patterson, Nova York, onde muitos dos detalhes de tradução são organizados. Comentando sobre um aspecto da abordagem que proíbe a publicação de empresas comerciais de fazer o mesmo, ele disse: "Em alguns casos as línguas em que as Testemunhas de Jeová comprometem a tradução das publicações da Bíblia têm apenas alguns milhares de leitores, um fator claro que elimina qualquer sugestão de que a motivação seja a financeira." E acrescentou: "Chegamos nesta medida na edição e tradução, porque nos preocupamos com as pessoas e queremos que o maior número possível se beneficiem de tesouros descobertos apenas com um estudo da Bíblia.

As Testemunhas de Jeová encaram a sua religião como um modo de vida, sendo que todos os outros interesses, incluindo o emprego e a família, giram em torno da adoração exclusiva que prestam a Jeová, Deus. Assim, não importam o que façam, incluindo a seleção de diversão ou de vestuário, de carreira na escola ou na profissão ou mesmo a escolha de cônjuge, o comportamento e interação com a comunidade, nos negócios ou em lazer, tudo isso é influenciado pela decisão que tomaram de dedicar a sua vida incondicionalmente a Jeová. A Bíblia é encarada como um manual de aplicação prática e obrigatória em todos os campos da vida. Pretendem aplicar seriamente a seguinte injunção bíblica:

* 1 Coríntios 10:31

"Portanto, quer comais, quer bebais, quer façais qualquer outra coisa, fazei todas as coisas para a glória de Deus." (NM)

Afirmado-se cristãs, observam o exemplo de Jesus procurando imitá-lo, conforme a seguinte instrução:

 
 
 

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SELDA KALIL respondeu à discussão CIRANDA DE POESIAS MARIA HELENA CAMPOS DA PAZ de Anna Karenina
"A NEYDE TEM RAZÃO AMADA DEVEMOS NOS DESENCANAR DESTES AMORES PASSADOS VIVER O PRESENTE E UM NOVO AMOR É BEM MAIS PROVEITOSO PARABÉNS AMADA GDE BEIJO"
3 horas atrás

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SELDA KALIL comentou a postagem no blog Ciganos...Povo feliz ! de SELDA KALIL
"GIL E MARIA HELENA QUERIDAS AMIGAS OBRIGADA SEMPRE MINHAS COMPANHEIRAS QUERIDA GDE BEIJO"
3 horas atrás

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Neyde Maria F, Cruz respondeu à discussão CIRANDA DE POESIAS MARIA HELENA CAMPOS DA PAZ de Anna Karenina
"GIL PELO QUE ENDENDI ESSA PAIXÃO PERMANECE BEM INSTALADA NÃO SEI SE CORRESPONDIDA  TODAVIA PRECISA SE LIBERTAR DE UM SENTIMENTO QUE PODERÁ SER CRÔNICO IMPEDINDO QUE REALMENTE CONHEÇA O VERDADEIRO AMOR…"
3 horas atrás

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SELDA KALIL comentou a postagem no blog Ninguém é de ninguém! de SELDA KALIL
"GIL E MARIA HELENA OBRIGADA QUERIDAS AMIGAS PELO CARINHO VCS SÃO AS FLORES MAIS BELAS DESTE JARDIM BEIJOS QUERIDA IRMÃS "
3 horas atrás

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Maria |Helena Campos da Paz comentou a postagem no blog A NOITE de Sephora Christt
"QUANDO CHEGO AQUI SEI QUE VOU ME ENCANTAR! LINDOOO! BEIJOS E MEU CARINHO "
4 horas atrás

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Maria |Helena Campos da Paz marcou como favorita a postagem no blog A NOITE de Sephora Christt
4 horas atrás

ESCRITORES E POETAS
Antonio Paiva Rodrigues comentou a postagem no blog UM MUNDO LOUCO! de Antonio Paiva Rodrigues
"Querida amiga fico lisonjeado com seus afáveis comentários. Beijos fraternos."
4 horas atrás

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Maria |Helena Campos da Paz comentou a postagem no blog Ninguém é de ninguém! de SELDA KALIL
"É ISSO AÍ POETISA QUERIDA! A POESIA ALÉM DE SER ESCRITA TEM QUE SER SENTIDA ASSIM COMO SABES FAZER! BEIJOS MENINA FLOR! "
4 horas atrás

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Maria |Helena Campos da Paz marcou como favorita a postagem no blog Ninguém é de ninguém! de SELDA KALIL
4 horas atrás

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Maria |Helena Campos da Paz comentou a postagem no blog A Machado de Sueli Fajardo
"POETISA SUELI FAJARDO! MEU CARINHO E ADMIRAÇÃO PARABÉNS PELAS PALAVRAS INSTIGANTES E SINCERAS! "
4 horas atrás

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Maria |Helena Campos da Paz marcou como favorita a postagem no blog A Machado de Sueli Fajardo
4 horas atrás

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Maria |Helena Campos da Paz comentou a postagem no blog Boa semana de maria adele
"E QUE TEU CARINHO VENHA SEMPRE ILUMINAR NOSSOS CAMINHOS! BEIJOS AMIGA! "
4 horas atrás

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Maria |Helena Campos da Paz marcou como favorita a postagem no blog Boa semana de maria adele
5 horas atrás

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Maria |Helena Campos da Paz comentou a postagem no blog AGOSTO SE FOI de MENDUIÑA A POETISA DO AMOR
"MENDUIÑA QUE A LUZ DA POESIA ILUMINE TUA VIDA SEMPREEE! MEU CARINHO "
5 horas atrás

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Maria |Helena Campos da Paz marcou como favorita a postagem no blog AGOSTO SE FOI de MENDUIÑA A POETISA DO AMOR
5 horas atrás

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Maria |Helena Campos da Paz comentou a postagem no blog A destruição de José Lourenço Florentino
"POETA GRATA POR DIZER TUDO QUE NOSSOS CORAÇÕES GOSTARIAM DE EXPRESSAR! UM TEXTO PRIMOROSO E VERDADEIRO! ABRAÇOS POETA! "
5 horas atrás

ESCRITORES E POETAS
Antonio Paiva Rodrigues comentou a postagem no blog FLOR DE ALGODÃO de Neyde Maria F, Cruz
5 horas atrás

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ROSEMARIE PARRA comentou a postagem no blog FLOR DE ALGODÃO de Neyde Maria F, Cruz
5 horas atrás

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Maria |Helena Campos da Paz comentou a postagem no blog FLOR DE ALGODÃO de Neyde Maria F, Cruz
"QUERIDA POETISA SEMPRE FICO MARAVILHADA COM TUAS INSPIRAÇÕES! MEU CARINHO!   "
5 horas atrás

ESCRITORES E POETAS
Antonio Paiva Rodrigues comentou a postagem no blog FLOR DE ALGODÃO de Neyde Maria F, Cruz
5 horas atrás

Notas

FELIZ DIA DOS PAIS...

Criado por Maria Iraci Leal 10 Ago 2014 at 21:45. Atualizado pela última vez por Maria Iraci Leal 10 Ago.

Compreeendemos Maria Helena a sua ausência

Criado por Mileidi Consalter 7 Out 2013 at 15:28. Atualizado pela última vez por Mileidi Consalter 7 Out, 2013.

AMIGOS! ME PERDOEM!

Criado por Maria |Helena Campos da Paz 7 Out 2013 at 15:16. Atualizado pela última vez por Maria |Helena Campos da Paz 7 Out, 2013.

AVISO! PEQUENA VIAGEM!

Criado por Maria |Helena Campos da Paz 4 Out 2013 at 18:06. Atualizado pela última vez por Maria |Helena Campos da Paz 4 Out, 2013.

AVISO AOS AMIGOS!

Criado por Maria |Helena Campos da Paz 22 Dez 2012 at 11:59. Atualizado pela última vez por Maria |Helena Campos da Paz 22 Dez, 2012.

AMIGOS PERDOEM MINHA BAIXA FREQUÊNCIA

Criado por Maria |Helena Campos da Paz 14 Jun 2012 at 23:21. Atualizado pela última vez por Maria |Helena Campos da Paz 14 Jun, 2012.

Hoje

Criado por Anna Karenina 28 Out 2010 at 6:55. Atualizado pela última vez por 30 Nov, 2010.

frase do dia

Criado por Anna Karenina 28 Out 2010 at 6:41. Atualizado pela última vez por Anna Karenina 2 Dez, 2011.

Página Inicial das Notas

Criado por Anna Karenina 26 Jun 2009 at 9:16. Atualizado pela última vez por Anna Karenina 5 Ago, 2010.

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